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Revista Eletrônica / Conte como Foi / Suécia

Conte como Foi


Suécia

Coment Nenhum Comentário Coment 235 Vizualizações Segunda, 21 de Setembro, 2009

 

ESCANDINÁVIA: SUÉCIA

 

A Escandinávia é formada por cinco países nórdicos: Finlândia, Suécia, Dinamarca, Noruega e Islândia.

A melhor época para visitar a Escandinávia é no verão (Junho a Agosto) quando a temperatura é mais agradável, varia de 16 a 22 graus centígrados, especialmente para os brasileiros que vivem num país tropical.

No final do dia a temperatura pode cair muito e é necessário um agasalho para proteger do frio e do vento, guarda chuva e calçado confortável (tênis) são importantes, pois chove a toda hora.

Os escandinavos são unidos por laços lingüísticos muito próximos entre Dinamarqueses, Suecos, Islandeses e Noruegueses. O Finlandês pertence a um grupo diferente, mas é oficialmente bilíngüe, o Sueco é a segunda língua.

Estas línguas são de difícil compreensão, porém a quase totalidade dos escandinavos é fluente em inglês, matéria obrigatória nas escolas.

 

ESTOCOLMO - A mais bela capital da Europa é formada por 14 ilhas, sendo que na principal moram menos de 800 mil pessoas. Já no arquipélago da grande Estocolmo que possui mais de 24 mil ilhas, moram três milhões de pessoas.

As ilhas interligadas por pontes e canais, podem e devem ser exploradas a pé, mas, há também as opções de barco, ônibus e metrô.

O passeio à ilha onde está situada a cidade antiga (Gamla Stam) é imperdível. Concentre-se na região entre as ruas Österlanggatan e Västerlanggatan que vão até a Catedral (Storkyrkan) e a Fortaleza das três Coroas, é onde estão as melhores lojas, antiquários, cafés e restaurantes da ilha.

No ponto mais alto da ilha e ao lado da Catedral fica o Palácio Real (Kungliga Slottet), um dos maiores da Europa. É neste palácio que o rei Carlos XVI Gustavo, a rainha Silvia (Brasileiríssima) e os filhos Vitória (herdeira do trono), Carlos Felipe e Madalena, encaram os compromissos oficias de trabalho, desde que o rei assumiu o trono em 1973. A família real mora na ilha de Lovön no lago Mälaren, no palácio Drottningholms desde 1981.

Outra visita recomendada é na Prefeitura (Stadshuset) construída com tijolos avermelhados, abriga as bonitas salas Azul (Bla Hallen), Dourada (Gyllene Sallen) onde são servidos banquetes, do Conselho (Vereadores) com seu belíssimo teto que reproduz a cobertura de uma antiga casa Viking e a galeria do Príncipe (Prinsens Galleri) que é utilizada nas recepções oficiais da cidade, como a cerimônia de entrega do prêmio Nobel.

O prêmio foi instituído pela fundação Alfred Nobel (inventor da dinamite) segundo a vontade testamentária dele que, ao morrer em 1896, deixou uma fortuna para ser administrada com esta finalidade.

Atualmente são conferidos anualmente prêmios a seis pessoas que se destacaram a nível mundial pelos serviços prestados à humanidade nos campos da Física, da Química, da Fisiologia e Medicina, da Economia e da Paz.

A cerimônia de entrega é realizada nos salões da Prefeitura e o banquete possui os menus, louças e talheres de prata idênticos aos da primeira noite de gala. O participante do banquete pode escolher seu prato dentre os cardápios de qualquer uma das edições anteriores.

Junto ao prédio da Prefeitura, no subsolo, funciona o restaurante Stadshuskällaren que há 100 anos é responsável pelo banquete da cerimônia de entrega do prêmio. Vale conferir.

A ilha de Södermalm, Soder para os íntimos, é o reduto de artistas, músicos, ateliês, pubs e restaurantes mais badalados da cidade.

A grande atração está localizada na ilha Djurgarden (Ilha Verde). É um museu inteiramente dedicado ao um barco, o Galeão Vasa.

Em 1625 o rei Gustavo II mandou construir um navio Real todo em madeira de carvalho com 69 metros de comprimento, o maior de sempre, com 64 canhões e centenas de estátuas entalhadas, pintadas e douradas.

No dia 10.08.1628 sob olhares curiosos o veleiro de guerra, o orgulho do rei e da Suécia, era lançado ao mar.

Assim que a unidade de guerra partiu levando a bordo 145 marinheiros, 300 soldados, 64 canhões, armas, munição e mantimentos, navegou apenas um quilômetro, o vento forte começou a soprar nas velas e o gigante não resistiu, tombou e foi ao fundo do mar.

Após diversas tentativas frustradas, 333 anos depois (1961) o Vasa foi retirado do fundo do mar, restaurado e protegido, transformou-se neste extraordinário museu para que a humanidade possa apreciá-lo de todos os ângulos.

Bem ao lado do Vasa está o Nordiska Museu que também merece uma visita.

Desfrute também de um passeio de barco pelos canais de Estocolmo e no retorno conheça os melhores magazines: NK, Ahlens, Galerian, Sturegallerian, Cristais Kosda e Orrefors.

O souvenir mais famoso para se trazer como lembrança típica da Suécia é o cavalinho colorido (as cores oficiais são o vermelho e o azul) que representa o brinquedo que os antepassados davam aos filhos em ocasiões especiais.

A viagem para a Dinamarca ou vice-versa, poderá ser feita a bordo de um luxuoso transatlântico que parte no final da tarde, navega a noite toda e chega a Copenhagen na manhã seguinte. Outra opção é via terrestre rumo ao sul da Suécia, passando por Gränna no lago Vättern, Jönköping e Malmö atravessando aponte de Oresund que liga a Suécia à Dinamarca. Veja mais sobre esta ponte no link Dinamarca.

Sugerimos a continuidade do passeio pela Escandinávia voando direto para Bergen, a capital dos fiordes noruegueses. A viagem aérea tem duração de duas horas.

Por: Helio e Nazilda Kalbusch

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