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Florianópolis - também conhecida como Ilha de Santa Catarina - é uma cidade especial. Quase todo o seu território fica numa ilha - apenas alguns bairros situam-se na penÃnsula continental. Detentora do quarto mais alto indice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre todas as cidades brasileiras, e a capital com melhor qualidade de vida do paÃs. Combina conservação do meio ambiente e do patrimônio histórico com elevadas taxas de escolaridade e renda da população - cerca de 400 mil habitantes - e boa infra-estrutura urbana e de serviços. A natureza é espetacular.
Praias magnÃficas - são 100, de todos os tipos, desde mar grosso com grandes ondas até enseadas abrigadas -, morros cobertos com vegetação de Mata Atlântica, ilhas, restingas, dunas, manguezais e lagoas. Cerca de 45% da ilha e destinado a preservação permanente. A forte influência dos fundadores portugueses, e dos colonizadores açorianos, é percebida na arquitetura, na culinaria e nas manifestações culturais e religiosas. A capacidade hoteleira da capital e de 20.000 leitos distribuidos em cerca de 200 hoteis e pousadas acolhedoras em locais de grande beleza. A cidade tambem tem ótimos locais para convenções, apresentações e feiras. 0 Centro de Convenções (CentroSul) pode acomodar ate 22 mil pessoas em shows. O roteiro de restaurantes e privilegiado. Inclui desde estabelecimentos com categoria internacional até os mais simples, nas praias, com ampla variação de cardápios e preços. A vida noturna é agitada em todas as regiões da IIha, com bistrôs e barzinhos em localizações estratégicas que exibem vistas privilegiadas da cidade. Destaque para points conhecidos como a Lagoa da Conceição. A capital ainda conta com shoppings e aeroporto internacional. 0 turismo é a principal atividade econômica, mas Florianópolis tem outras vocações: é um dos mais importantes pólos de tecnologia e informática e o maior produtor de ostras em cativeiro do Brasil.
Centro Histórico
A Catedral Metropolitana, de 1753, está situada em frente a Praça XV, onde fica a centenária figueira. O Palácio Cruz e Sousa esta situado no Largo da Catedral, construido no seculo XVIII. Servia de residência e local de trabalho para o Presidente da ProvÃncia e mais tarde para os governadores de Santa Catarina. O Palácio do Governo foi rebatizado mais tarde de Palácio Cruz e Sousa em homenagem ao poeta negro considerado expressão máxima do movimento poético simbolista no Brasil. Hoje e sede do Museu de Santa Catarina. Apenas uma quadra acima fica o Teatro Alvaro de Carvalho, totalmente restaurado e novamente em atividade. Centenas de casas seculares são encontradas no Centro. Destaque para a casa em que nasceu o famoso pintor Victor Meirelles, situada em rua do mesmo nome, esquina com a Saldanha Marinho. Transformada em museu, é uma das mais antigas edificações ainda preservadas da Vila de Nossa Senhora do Desterro. Outras igrejas do Centro que valem visita: Nossa Senhora do Rosário (1787), São Francisco (1819) e São Sebastião (1856).
Largo da Alfândega
O edifÃcio da antiga Alfândega ainda faz parte do centro histórico. Situa-se mais perto do mar e foi construido em 1875/1876, em estilo neoclássico. Atualmente abriga a Associação Catarinense de Artistas Plásticos - ACAP e loja de artesanato local, além de espaço para exposições de artesanato. Ao lado fica o mercado público, de 1898, no mesmo estilo, que concentra 140 boxes, com diversas peixarias, lojas de artesanato em cerâmica e vime e também bistrôs que oferecem bebidas e pratos elaborados. Alguns de categoria internacional e que recebem personalidades em visita ao Estado.
Beira-Mar Norte e Ponte HercÃlio Luz
A Avenida Beira-mar Norte interliga alguns dos principais pontos da cidade e leva as praias. Oferece belo contraste entre a calma da baia e a paisagem urbana. No perÃodo diurno, e ao cair da tarde, as calçadas e as ciclovias são utilizadas para caminhadas, corridas e exercÃcios. Em seu extremo Sul, fica a Ponte HercÃlio Luz, inaugurada em 1926, que, à noite, toda iluminada, é um dos mais belos cartões-postais da capital. É uma das maiores pontes pênseis do mundo, com 819 m de comprimento e a estrutura totalmente em ferro. Hoje, esta desativada. Do trapiche da BeiraMar - ponto de reunião de pescadores - saem escunas para passeios pelas baias e ilhas. Aos domingos, é organizada feirinha de variedades.
PRAIAS
Florianópolis tem 100 praias de todos os tipos, desde aquelas de mar aberto, ondas grandes, boas para o surfe. Algumas são famosas e muito procuradas, como Jurerê, Canasvieiras, Ponta das Canas, Lagoinha, Praia Brava, Ingleses e Santinho (Norte da Ilha); Moçambique, Barra da Lagoa, Mole e Joaquina (Leste); Campeche, Armação e Pântano do Sul (Sul).
Praias da BaÃa Sul
Da Praia de Rita Maria até a Praia do Defunto São 31 praias, nem todas apropriadas para banho. Quanto mais ao Sui, mais isoladas.
Praias do Sul
São 10 praias, da Praia de Naufragados até a de Morro das Pedras. A maioria é pouco visitada, habitadas por comunidades nativas praticamente alheias ao mundo exterior.
Praias do Leste
Praia da Joaquina e Praia Mole São as praias mais famosas da costa Leste, entre a Praia do Campeche e a Ponta das Aranhas. São praias de mar bravo, ondas grandes e areias brancas, boas para a prática do surfe. Sediam campeonatos internacionais.
Praias do Norte
Compreende as 13 praias entre a Ponta das Aranhas e a Praia do Pontal. Esta região recebe a população equivalente a de Florianópolis durante a temporada de verão.
Praias da Baia Norte
São ao todo 18 praias, numa faixa onde ficam povoamentos tÃpicos açorianos: Santo Antânio de Lisboa e Sambaqui - pólos de maricultura.
Praias da Lagoa
Na Lagoa da Conceição estão localizadas sete praias, todas com águas calmas, esverdeadas e transparentes e pouco profundas. Na Lagoa do Peri, maior reservatório de água doce da IIha, há uma única praia de águas rasas e cristalinas.
Praias do Continente
Nas praias da área continental em geral o mar é mais escuro e as areias mais grossas que as praias insulares. São todas de mar calmo, boas para passeios de caiaque. Destaque para a bela Itaguaçu.
Lagoa da Conceição
A freguesia da Lagoa foi uma das primeiras povoações da IIha. Traços da imigraçao açoriana são visÃveis nas diversas casas de arquitetura tÃpica colonial e na Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa, de 1750. Hoje, e um dos "points" mais badalados da IIha. Sintese dos contrastes de Florianópolis, abriga descendentes de açorianos, gente de vários lugares do Brasil e estrangeiros, surfistas, executivos, pescadores e artistas. Oferece desde botecos até restaurantes de categoria internacional. Mansões e barracos de pesca, boates e clubes, lanchas sofisticadas e baleeiras artesanais. É cartão-postal de Florianópolis também devido a sua beleza. A Lagoa tem espelho dÂ’agua de 15 km de extensão no sentido Norte-Sul e largura que varia de dezenas de metros a 2,5 km. Liga-se ao mar por pitoresco canal que desemboca na Barra da Lagoa. Do alto do Morro da Lagoa tem-se linda vista panorâmica da região. Destaque para o Centro Cultural Bento Silvério (1912), composto por duas edificações: a antiga estação rádio-telegráfica e a casa de máquinas desativada em 1914. O conjunto é o único exemplar da arquitetura tÃpica do perÃodo pós-revolução industrial encontrado na IIha. Foi tombado como Patrimônio Histórico e Arquitetônico do Municipio em 1985 e restaurado. Em frente ao Centro, e promovida a Feira de Arte do Casarão, na Praça Bento Silvério, também nos fins de semana, das 15h as 20h.
Costa da Lagoa
As caracterÃsticas da cultura açoriana podem ser percebidas de forma mais marcante na comunidade de pescadores de grande beleza natural, que só é acessivel por mar ou por trilhas a pé. Linhas regulares de barcos saem de pequeno terminal de transporte marÃtimo localizado na ponte da Lagoa da Conceição e, depois de curta viagem, atracam nos trapiches da Costa onde restaurantes de chão batido servem frutos do mar.
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Praias lindas, pescados frescos e a maior quantidade de gente bonita por metro quadrado.
Histórias sobre Floripa sempre giram em torno do verão: a praia com mais gente bonita, a balada que mais bomba, o engarrafamento mais demorado. De dezembro até o carnaval, a ilha alucina. Mas, depois, também não existe monotonia. Tudo bem que de um ano para outro pode ser que aquele restaurante maravilhoso onde você comeu já não exista mais. Mas a boa notÃcia é que se abrem outros, e tão bons quanto. Um deles é o starck, que fica dentro da Confraria das Artes, o lugar onde acontece a badalação mais upscale da ilha. E o melhor é que, por mais que inventem qualquer última moda para Floripa, algumas coisas nunca mudam: os moradores do Ribeirão ainda saem a passear levando suas gaiolas de passarinho e as meninas da Lagoa, de dedão em riste, pedem carona todos os dias.
Clássico O Bar do Arante e seus milhares de bilhetinhos grudados por tudo. Enquanto espera seu peixe vir à mesa, vá lendo pérolas do tipo "Me encantó la idea de los papeles", "Tirando o bêbado aqui do lado esse restaurante é muito legal", "Somos de Piraà do Sul e somos felizes".
É Tudo Verdade Jurerê Internacional lembra o subúrbio abastado do seriado americano Desperate Housewives: casarões sem muros ou cercas, amplos e bem-cuidados jardins e o maior desfile de carrões na alta temporada.
Sabores Comer ostra crua é preciso. Passar mal depois, não é mais preciso. Pelo menos no restaurante Ostradamus, que tem agora um depurador de ostras. Trata-se de um aquário onde o molusco fica por uns dias mandando as bactérias e impurezas embora.
Só Tem Aqui Aproveite um dia de sol, mesmo no inverno, para pegar um barquinho e comer um peixe na Costa da Lagoa, tanto no Cabral quanto na Lagoa Azul.
Atração No verão, só dá praia e ferveção. A ilha tem três pólos de interesse: o sul, que é mais selvagem, o norte, mais urbanizado, e a Lagoa da Conceição, o cartão-postal de Floripa. No norte, VIPs e aspirantes se reúnem em Jurerê Internacional ao redor de mansões, lounges de praia com espreguiçadeiras, tendas e música eletrônica. O trecho que vai de Canasvieiras até Ponta das Canas é zero badalação e lugar preferido pelos pais para levar as crianças, pois o mar é calminho. A ferveção continua na Brava, nas areias junto ao Kioske do Pirata. O sul da ilha agora também tem a sua praia da moda, o Riozinho do Campeche. Mas daqueles lados o bom mesmo é colocar o pé na trilha rumo a Lagoinha do Leste, Saquinho e Naufragados. Na Lagoa da Conceição, mirantes belÃssimos antecedem as famosas praias da Joaquina e Mole. O fim de tarde é disputado nos cafés do centrinho da Lagoa.
Melhor época: a alta temporada vai de dezembro até o Carnaval, perÃodo em que costuma chover mais. Em novembro, março e abril, as temperaturas ainda são altas e os preços dos hotéis despencam.
Transporte: como a ilha é muito grande e tem muitas praias, venha de carro ou alugue um.