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Foz do Iguaçu, com toda a sua diversidade de atrativos, representa um dos mais belos destinos turÃsticos do mundo. Possui riquezas naturais incomparáveis, como o Parque Nacional do Iguaçu, tombado como Patrimônio Natural da Humanidade e onde estão localizadas as Cataratas do Iguaçu: a atração mais visitada por estrangeiros... E muito mais!
Sacolinha: Perfumes, relógios, câmeras... comprar em Ciudad del Este, no Paraguai, é tentador são só 7 km de Foz até a Ponte da Amizade. Procure lojas tradicionais, que garantem a procedência dos produtos e emitem nota fiscal. O preço é em dólar, mas você pode pagar em real ou em moeda argentina e paraguaia. Evite as quartas e sábados, dias de maior movimento, e não vá de carro: é mais seguro ir de táxi, ônibus ou num tour com motorista.
Atrações: Corra para as Cataratas do Iguaçu, o impressionante conjunto de quedas d’água na fronteira do Brasil com a Argentina. As passarelas do lado brasileiro têm vista panorâmica para as quedas. Você vai levar um banho, mas compensa sair de lá todo molhado. Para vê-las mais de perto, embarque no Macuco Safári, um passeio de bote com paradas estratégicas para fotografia, a emoção das corredeiras do rio Iguaçu e uma aula sobre a fauna e flora da região. Além das Cataratas, o Parque Nacional do Iguaçu dispõe de trilhas interpretativas e atividades de ecoaventura: rafting, rapel, escalada em rocha, arvorismo e passeios de barco em meio à s quedas. É possÃvel também sobrevoar as Cataratas de helicóptero.
O lado argentino, na cidade de Puerto Iguazu, é bem próximo e vale mesmo a pena - nem que seja só pela Garganta do Diabo - tão inacreditável que chega a assustar!
Nos outros dias, dá para conhecer a usina hidrelétrica de Itaipu, que tem visitas monitoradas todos os dias e também nas noites de sexta e sábado, quando as luzes da barragem se acendem. Dentro do Complexo TurÃstico da maior hidrelétrica do mundo em produção de energia, o turista pode visitar o Ecomuseu, o Refúgio Biológico Bela Vista, podendo assistir à Iluminação Monumental da Usina.
O Parque das Aves é também uma boa opção, com 900 tipos de pássaro. Só a trilha sonora uma incessante sinfonia de gorjeios e o colorido de suas penas já fazem da visita um programa e tanto.
Outro passeio imperdÃvel é ao Marco das Três Fronteiras, divisa do Brasil com o Paraguai e a Argentina, podendo-se apreciar os três marcos simultaneamente, além do encontro dos rios Iguaçu e Paraná.
A cidade dispõe ainda de atrativos culturais, com ênfase para a arquitetura religiosa, com a Igreja Matriz, o Templo Budista e a Mesquita Muçulmana. No aspecto arquitetônico, destacam-se ainda as Pontes Internacionais da Amizade, na divisa com o Paraguai e Tancredo Neves, divisa com a Argentina.
Há ainda inúmeras opções de lazer no Lago de Itaipu. Nas proximidades, está e o Weekend Fly, onde se pode voar de trike – similar a uma asa delta com motor - sobre o Lago, sendo possÃvel visualizar Itaipu, Furnas, Ecomuseu, Templo Budista e Ponte da Amizade.
E, como o jogo é proibido no Brasil, quem quiser apostar a sorte nas mesas de pôquer, roleta e bacará têm de ir para o solo argentino. Você não estará só o Casino Iguazú vive cheio de brasileiros.
Melhor época: no verão, quando as quedas ficam mais volumosas e a mata, mais exuberante. Chove muito em setembro e outubro. No inverno, o volume das quedas tende a ser menor.
Transporte: carro, pois são grandes distâncias entre os hotéis e o parque.
Clima: O clima predominante em Foz do Iguaçu é subtropical úmido, podendo atingir no verão temperatura superior a 40ºC e no inverno chegar a uma temperatura abaixo dos 5ºC.
Cuidados Dentro do Parque Nacional do Iguaçu: É importante que se tome alguns cuidados dentro do Parque, tais como: manter-se nas trilhas pré determinadas, não usar atalhos, observar os animais a distância e não alimentá-los, pois os mesmos podem agir agressivamente. Nada se leva de um parque - animais, plantas, rochas, frutos e sementes encontrados no local fazem parte do ambiente e ali devem permanecer
A LENDA DAS CATARATAS
Muitas lendas indÃgenas contam a formação do maior conjunto de quedas d’água do planeta. Uma delas diz que os Ãndios caingangues, que habitavam as margens do Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por MÂ’Boy, o deus serpente, filho de Tupã. O cacique da tribo, Ignobi, tinha uma bela filha chamada Naipi. Por causa de sua beleza, Naipi seria consagrada ao deus MÂ’Boy, passando a viver somente para seu culto. Havia, no entanto, entre os caingangues um jovem guerreiro chamado Tarobá, que se apaixonou por Naipi. No dia em que foi anunciada a festa de consagração da bela Ãndia, quando o cacique e o pajé bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros dançavam, Tarobá fugiu com Naipi em uma canoa, que seguiu rio abaixo, arrastada pela correnteza. MÂ’Boy ficou furioso quando soube da fuga e penetrou nas entranhas da terra. Retorcendo seu corpo, produziu uma enorme fenda que formou uma catarata gigantesca. Envolvidos pelas águas, os fugitivos foram tragados pela imensa cachoeira. Naipi foi transformada em rocha logo abaixo da cachoeira, fustigada pelas águas revoltas. Tarobá foi convertido em uma palmeira, situada à beira do abismo. Debaixo dessa palmeira existe uma gruta, de onde o monstro vingativo vigia eternamente suas vÃtimas.