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A Olimpiatur ITM trabalha com as mais respeitadas seguradoras - rigorosamente selecionadas pelos critérios de Qualidade da empresa - e recomenda a todos os viajantes a contratação de seguro-viagem. Tranqüilidade para quem vai, e para quem fica.
Imagine se ver em um paÃs desconhecido, precisando do auxÃlio de pessoas que não falam sua lÃngua e desconhecem sua cultura?
Os melhores seguros de viagem prevêm assistência e cobertura desde infortúnios como extravio de documentos, assistência legal e pequenos acidentes até passagem aérea para um familiar acompanha-lo no caso de doença mais grave ou repatriação funerária, por exemplo.
É claro que sempre que emitimos um seguro viagem ficamos torcendo para que ele seja desnecessário. Ainda assim, não é o tipo de risco que vale a pena ser tomado.
Trecho da matéria "Na pior hora possÃvel", da seção Férias Frustradas da Revista Viagem e Turismo de Agosto 2008:
Tenho 71 anos e sofri uma crise de arritmia cardÃaca durante um cruzeiro. O susto foi quando veio a conta do médico do navio 5 000 dólares. Mesmo com dois seguros, um da Intermac e outro da SulAmérica, não fui reembolsada nem de um quinto do valor.
Ely Lopes Alcantara, Salvador, BA
Estava num pub na Austrália quando começou uma briga ao meu lado. Uma garrafa me acertou e perdi metade do dente frontal. No hospital descobri que o seguro obrigatório, o Overseas Student Health Cover (OSHC), não cobria o serviço odontológico.
VinÃcius Bittencourt, São Paulo, SP
Viajar com um seguro-viagem é uma das precauções mais acertadas que o turista pode fazer. Mas não basta comprar qualquer plano é preciso ter certeza de tudo o que o seu seguro dá direito - e colocar na balança se é suficiente ou não. A falta de atenção à s cláusulas foi o que prejudicou tanto dona Ely como VinÃcius. E foi na hora em que mais precisaram do seguro que eles descobriram que os seus planos não incluÃam diversas coberturas. "Ao ver a conta é que quase tive um infarto", contou a senhora.
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QUEM TEM RAZÃO
De acordo com os especialistas em direito do consumidor ouvidos pela VT, as empresas falharam em não fornecer uma informação mais clara aos clientes. Porém, dona Ely e VinÃcius deveriam ter consciência do produto que estavam adquirindo. Portanto, eles também têm sua parcela de responsabilidade. "A maioria das reclamações costuma ser decorrente de falta de informação", diz Renata Reis, técnica do Procon-SP.
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O QUE FAZER
No caso de VinÃcius, ele próprio reconhece que deveria ter adquirido um plano mais abrangente. Já dona Ely disse que não sabia sobre a regra das doenças preexistentes. (...) Para evitar dissabores como os de dona Ely e VinÃcius, antes de fechar qualquer contrato, cerque sempre de perguntas o vendedor. "Questione principalmente quais os itens não incluÃdos", diz Feuz.